Samsung vê escassez de componentes persistindo no 2º semestre

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Publicado 28/abr2 min de leitura

Por Joyce Lee e Heekyong Yang


SEUL (Reuters) - A Samsung Electronics disse nesta quinta-feira que espera que a demanda firme de centrais de processamento de dados por chips de memória continue no segundo semestre, mas alertou que a escassez de componentes eletrônicos deve persistir também.


A maior fabricante de chips de memória e smartphones do mundo disse que a demanda por chips para servidores parece relativamente sólida à medida que empresas ampliam investimentos e buscam novas tecnologias para incrementar seus negócios.


"As empresas agora estão expandindo a infraestrutura de tecnologia da informação e as de computação em nuvem estão ampliando investimentos para explorar novas áreas de crescimento, como inteligência artificial e aprendizado de máquina", disse Han Jin-man, vice-presidente executivo de negócios de chips de memória da Samsung.


"No entanto, ainda há alguns problemas de fornecimento de componentes, que podem levar a interrupções. Vamos monitorar as flutuações de demanda muito de perto", disse ele.


A Samsung prevê uma demanda mais fraca por telefones celulares e chips de computadores pessoais no segundo trimestre, à medida que os consumidores enfrentam problemas como o aumento da inflação e medidas de isolamento social, mas a demanda por PCs corporativos deve seguir sólida, enquanto mais lançamentos de telefones com capacidades 5G no segundo semestre podem aumentar a demanda por telefonia móvel.


Na divisão de produção de chips para terceiros, que conta com Qualcomm e Nvidia como clientes, a Samsung disse que sua carteira de pedidos para os próximos cinco anos é oito vezes maior que a receita de 2021.


A Samsung previu um crescimento contínuo no mercado de smartphones no segundo semestre, apesar da escassez de componentes eletrônicos e esperava que o mercado de telefones dobráveis ​​duplique de tamanho em relação ao ano anterior.


A gigante sul-coreana teve alta de 51% no lucro operacional, a 14,1 trilhões de wons (11,1 bilhões de dólares) no trimestre encerrado em março, em linha com previsão anterior. O resultado marcou seu maior lucro para um primeiro trimestre desde 2018.


A receita do grupo aumentou 19%, para o recorde de 77,8 trilhões de wons.

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