Safra 2022/23 tem 76,75% de fixação do açúcar destinado à exportação, diz Archer

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Publicado 11/mar2 min de leitura

SÃO PAULO (Reuters) - A fixação de preços de açúcar do Brasil destinado à exportação atingiu 76,75% da estimativa de embarques para 2022/23, ou 19,5 milhões de toneladas, informou a Archer Consulting nesta sexta-feira em sua última projeção para a temporada.


Sempre que o percentual de fixação alcança 75%, a consultoria passa a monitorar a safra seguinte, pois a relevância do percentual para a safra 2022/23 começa a ser menor, disse a Archer em comunicado.


"Outro ponto é que as usinas optam por deixar um volume em aberto para fazer frente aos eventuais decréscimos de produção no final da safra, o que pode distorcer a estimativa", afirmou.


O levantamento tem como base o fechamento do pregão de 28 de fevereiro. Um ano antes, o percentual de fixação das usinas para a safra 2021/22 era de 85,8%.


No mês passado, 3,25 milhões de toneladas de açúcar foram fixadas ao preço médio de 2.176 reais por tonelada.


A cotação média do real em fevereiro foi de 5,1966 reais, uma queda de 6% em relação à média observada em janeiro, o que afetou o preço médio verificado no mês, ressaltou a Archer.


Segundo a consultoria, o valor médio acumulado de fixação na safra 2022/23 até o momento é de 16,90 centavos de dólar por libra-peso, sem prêmio de polarização, equivalentes a 2.178 reais por tonelada FOB Santos, incluindo o prêmio de polarização.


A Archer Consulting estima ainda que no final de fevereiro, 14% das exportações da safra 2023/24 já estavam fixadas.



(Por Nayara Figueiredo; edição de Letícia Fucuchima)

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