Por que contratar pessoas com sofrimentos mentais?

Lucas Eduardo Soares

Publicado 17/jun3 min de leitura

Resumo

Inset conversou com especialistas e pessoas com sofrimentos mentais para saber o impacto desse tipo de ação

“De perto ninguém é normal”. A constatação de Caetano Veloso em “Vaca Profana” é uma provocação e um convite ao pensamento: por que ainda diferenciamos, e muitas vezes negligenciamos, quem é diferente? Fato é que até pouco tempo, em uma tentativa de “curar” aqueles que ferissem o status quo, muitas daquelas pessoas consideradas “loucas” eram privadas de liberdade. Hoje, caminhados alguns passos, a situação é ainda desafiadora.

Por mais que o debate sobre aprisionamento e privação tenha evoluído, um dos setores da sociedade por onde essa conversa deve ainda dar alguns saltos é o trabalho. O Brasil tem há mais de 30 anos uma lei que determina cotas para pessoas com deficiências – física, auditiva, visual, mental e múltipla. Apesar de muitos sofrimentos não serem enquadrados na lei, por características estabelecidas pela OMS (Organização Mundial da Saúde), o assunto não deve ser limitado.

Para entender por que é importante contratar essa parcela da população e quem ganha com esse movimento, o Inset conversou com Ivone Santana, secretária executiva da Reis (Rede Empresarial de Inclusão), Fernanda Tuxi, proprietária de um hotel no Rio de Janeiro onde todos os funcionários têm algum tipo de transtorno e Breno Fiuza, psiquiatra e professor da UFMG. Veja o que eles dizem.


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